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Leo Vieira: Parábola do Pomar

Parábola do Pomar

Um dia, um bom homem deixou a sua chácara aberta para a passagem dos amigos, que ao caminharem pela trilha, tinham acesso ao pomar, que estava carregado e a variedade de frutas eram grandes, podiam colher à vontade no tempo que precisarem e na quantidade que quiserem.
Só que mesmo assim, alguns deles reclamaram por não haver outras frutas (grátis). Outros ainda tiveram a petulância e sugerir que o dono do pomar recolhesse e selecionasse as frutas para eles. E ainda teve um que perguntou se também não tinha suco e geleia dessas frutas para doar.
É exatamente assim que alguns blogueiros se sentem com alguns “camaradas literários”. No pomar de blogs e postagens que eles semeiam para todos, ainda assim alguns ainda resmungavam querendo que eles se desdobrem para oferecer além do que tem apenas para suprir os seus caprichos.
Prestigiem e respeitem os blogueiros.

 

 

Leo Vieira

Sou ESCRITOR (romances, contos, crônicas, composições musicais e roteiros [com filiações e reconhecimentos acadêmicos]), ATOR (teatro e dublagem [tenho DRT]), ILUSTRADOR (personagens próprios, quadrinhos independentes e desenho animado) e PRODUTOR CULTURAL (feiras literárias). Minha formação é teológica; atualmente estou estudando Letras, Jornalismo, Cinema e Marketing.

24 Comentários em “Leo Vieira: Parábola do Pomar

  • Olá!
    Uou.. adorei a parábola.. muitos não respeitam esse espaço ou exigem demais de um blogueiro.Muito legal a sua mensagem!

    Beijos!
    https://blogdatahis.blogspot.com.br/

  • Ainda bem que existe todo tipo de blogueiro e que oferece todo tipo de conteúdo. Bem como todo tipo de leitor. ainda bem…

  • Oi Leo, tudo bem?
    Adorei essa parábola! Já passou a hora de haver mais respeito com os blogueiros. É triste ver como ainda tem gente que desvaloriza ou tenta se aproveitar do trabalho de blogueiros.
    Espero que, com essa parábola, as pessoas parem para pensar sobre isso e demonstrem mais respeito.
    Beijos!

    • Oi, Maria Luíza! Que bom que gostou. Foi a forma mais elegante que encontrei de questionar essa situação chata.
      Beijos,
      Leo Vieira

  • Adorei o conto, mostra uma realidade não só desse nosso universo literário, mas de um todo.

  • Oi Leo, e isso não acontece apenas com blogs, mas acho que acaba refletindo o mundo em que vivemos mesmo, com pessoas olhando apenas para o próprio umbigo e sem respeitarem os outros.
    Bjs, Rose

    • Oi, Rose! Olha, tenho cada exemplo pra contar…
      Mas a gente aprende a não se contaminar e procurar sempre ser um melhor humano.
      Beijos,
      Leo Vieira

  • Olá.
    Opa, taí, gostei demais dessa parábola, simples, direta e certeira.
    Parabéns.
    Beijos

  • Bianca Aguiar
    3 meses ago

    Foram poucas palavras, mas a verdade contida ai foi enorme! Gostei muito e reflete bem o que acontece na blogosfera. Nada mais justo do que expor de forma quase poética haha quem sabe assim os blogueiros consigam seu devido respeito. Gostei muito da parábola!

    Abraços

  • Felipe Cunha
    3 meses ago

    Oi, tudo bom?
    Adorei a parábola. Felizmente nunca encontrei nenhuma dessas pessoas. E quanto a Charge: concordo plenamente, a leitura nos modifica para melhor.
    Até mais o/

    • Obrigado, Felipe. É normal acontecer. É só ficar esperto e saber se esquivar elegantemente.
      Abraços,
      Leo Vieira

  • Adorei o post, é a mais pura verdade isso, infelizmente acontece com frequência encontrar pessoas assim. Bjs

  • Olá! Que legal você compartilhar no blog.
    Gostei bastante e continuarei acompanhando
    os próximos posts, muito sucesso, bjo

  • Ai que coisa mais maravilhosa! Amando cada dia mais esse blog, um texto mais incrível que o outro, parabéns continue assim!

  • Morgana Brunner
    3 meses ago

    Ah que parabola maravilhosa Leo, realmente a leitura faz uma grande importância para nós, espero encontrar mais textos e assuntos assim por aqui <3

    Abraços

    • Obrigado, Morgana. Infelizmente tenho tido meus momentos de “agrilcultor” com alguns, mas vocês são maravilhosos.
      Beijos,
      Leo Vieira

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