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[Resenha] A descoberta das bruxas (Trilogia das Almas Livro 1) – Deborah Harkness


Olá Pessoal!

Não sei bem o que pensar sobre a leitura desse livro. Dizer que amei é MENTIRA, mas ele me manteve cativa mesmo com ânsia de abandoná-lo.
Achei se tratar de um livro que fosse me trazer mais informações sobre bruxas e vampiros ou que elas fossem novas, mas, na verdade, a autora fez “um balaio de gato” como dizia minha vó. (risos).

Pensei que por ser historiadora a escritora a história tomasse um rumo menos enfadonho e com mais consistência histórica. Para iniciantes, penso que para quem nunca leu algo parecido, o livro será bem interessante. (já estou na masmorra) Risos

SINOPSE
Livro de estreia de Deborah Harkness, A descoberta das bruxas alcançou, já na semana de lançamento nos Estados Unidos, o segundo lugar na concorrida lista dos mais vendidos do The New York Times, e permanece no prestigioso ranking há oito semanas.
A respeitada pesquisadora Diana Bishop passou a vida tentando negar a sua verdadeira identidade. Filha única de pais bruxos, ela se torna órfã aos sete anos e passa a rejeitar as suas habilidades mágicas, determinada a se parecer o máximo possível com os humanos. Quando descobre acidentalmente um misterioso manuscrito de alquimia intitulado Ashmale 782, Diana traz à tona um mundo sobrenatural aterrador, com uma horda de demônios, vampiros e bruxas. A partir daí, a aventura de Diana por 1.500 anos de histórias está apenas começando.
Um dos interessados na obra do alquimista é Matthew Clairmont, um geneticista com paixão por Darwin. Charmoso e misterioso, apesar da aparência jovem, Matthew vaga pela Terra há mais de 1.500 anos. O vampiro se aproxima de Diana, despertando nela uma forte desconfiança de que, por trás de todo o seu galanteio, se esconda apenas o interesse em obter o livro. Os motivos de sua busca pelo exemplar não são revelados, mas o afeto dele pela poderosa bruxa não demora muito a ficar claro. Diana, relutante em assumir sua natureza de bruxa, também resiste a admitir seus sentimentos pelo vampiro. O casal, no entanto, não demora a se formar.
Juntos, Diana e Matthew devem lutar para que o livro não caia em mãos erradas, muitas delas pertencentes à misteriosa Congregação. Enquanto procuram decifrar os segredos do Ashmole 782, que guarda pistas do passado e flashes de fatos do futuro, o amor do casal também provoca conflitos na frágil aliança entre bruxos e vampiros. Mas Diana não deve desistir: afinal, é o sentimento que ela tem por Matthew que a impulsionará a assumir seu legado mágico e seu lugar como a bruxa mais poderosa de todos os tempos.

Nessa história Diana nossa protagonista sabe que é bruxa e não usa seus poderes por conta de um trauma de infância depois que seus pais foram mortos. (Mas isso é o que ela pensa) Há uma longa história sobre isso.

Hoje Diana é uma importante historiadora e do nada lhe cai um livro no qual ela consegue abrir o encanto, coisa que nem um outro bruxo havia conseguido. e agora seres como demônios, bruxos e vampiros estão em seu encalço e sua vida passa a correr perigo e ela não faz a menor ideia do porquê.

Matthew é um vampiro que também deseja esse manuscrito tanto ele como todo mundo do sobrenatural.
Só que os dois acabam se apaixonando e ele acaba virando seu protetor. e digamos de passagem muito chato essa parte,
Diana se torna muito submissa ao vampiro mesmo depois de saber que é uma bruxa das mais poderosas que já existiu. Ai! Como essa parte me irritou.

O enredo é bacaninha, mesmo com tantas descrições desnecessárias, mas, ao mesmo tempo, também por demais fantasioso. Ora saibam vocês que além de acharem os humanos estúpidos, os grandes gênios foram demônios, inclusive Darwin, Einstein e outros… E agora até viagem no tempo vai ser explorado, além de uma gravidez!

Eu achei o livro uma mistura de Crepúsculo, Instrumentos Mortais e Harry Potter

Vou tentar explicar de livros que vocês vão lembrar, fora que ainda o romance entre Diana e Matthew é daqueles de época (nada contra) se não estivéssemos  no presente e eles fossem humanos.

Uma Casa que tem vida própria que lembra (Hogwarts) a vida deles se resume a não se mostrarem a submundos (os humanos são fantoches, estúpidos) Odiei essa parte.
E um vampiro de mais 1500 anos que não transa com a bruxa (mesmo depois de casados) porque não é assim que cavalheiros fazem, mas a masturba de buenas, isso pode! (risos)
Eu só não sei como explicar direito essa viagem no tempo e nem sei se vou querer ler o segundo volume para saber

No entanto, se você quiser ler um romance sem nenhum compromisso, ele é bem bacaninha, mas mesmo assim tô fora da trilogia.
Esse primeiro volume não me trouxe nada de inovador.
E já sei que vão me crucificar, pois, só li comentários positivos a respeito da série.
Sinto muito!

Sobre o Autor

 

Deborah Harkness é professora universitária e escritora especializada em história da ciência e da medicina. Ela é detentora de diversos prêmios, entre os quais o Fullbright, o Guggenheim e a bolsa do National Humanities Center. Atualmente, ocupa o cargo de professora de história na University of Southern California. A descoberta das bruxas é a sua primeira obra literária.

Marcia Lopes

Paulistana, bookaholic. Louca por livros de terror,Thriller psicológico, policial, jurídico... Mas não dispensa um bom romance. Também apaixonada por filmes e séries.

11 Comentários em “[Resenha] A descoberta das bruxas (Trilogia das Almas Livro 1) – Deborah Harkness

  • Eu tenho esse livro ja faz uns 5 anos, ganhei, e nunca me interessei por ele, algo me dizia que não era tudo isso que eu imaginava quando li o título! Acho que estava correta!

  • Adorei a resenha AAAAA eu quero ler esse livro!!! Obrigada pela dica.

  • Rayanni Araujo
    3 meses ago

    Olá, tudo bem?
    Adorei a resenha, não conhecia a obra e gostei bastante de como descreveu sua leitura.
    Adoro o gênero, mas leio bem pouco, então vou anotar a dica e espero ler em breve.

  • Oie
    uau que legal o enredo, ainda não conhecia o livro mas adoro esse tupo de suspense então quem sabe né, amei a capa, e sua resenha me deioxu bem curiosa

    beijos
    http://www.prismaliterario.com.br/

  • Oi, Marcia!
    Se já não me interessava pelo livro antes, por não curtir essas temáticas de bruxos e tal, agora é que passo mais longe dele ainda, rsrs. Complicado essas questões de mocinha se submetendo facilmente ao rapaz mesmo sendo uma bruxa poderosíssima, relacionamento sem graça dos dois e mesmo pela inferiorização dos humanos comparados aos sobrenaturais, poxa. Pode até ter pontos bons como a nível de ter prendido na leitura mesmo com os pontos negativos, mas é tenso quando a leitura termina sem dar vontade de ler o resto da série. Mas, bem, não se pode agradar a todo mundo, né? E valeu pela ‘não-dica’, rsrs.
    Beijos!

  • Adrieni Latorre Real
    3 meses ago

    Olá , ja li esse livro . Eu gostei , mas tenho que concordar em alguns pontos com a Marcia, Ele é bem cansativo de ler, principalmente em algumas passagens. Porém sou persistente já li o segundo e na minha opiniao: A descoberta das bruxas é melhor que a “sombra da noite”.

  • Tenho esse livro aqui em casa e estou bem curiosa para lê-lo, apesar dos pontos negativos que você citou. Espero que a minha experiência de leitura seja melhor, com certeza irei com expectativas mais baixas.

    Beijos, Gabi
    http://www.reinodaloucura.com

  • Na verdade, não achei a história muito interessante, e costumo me interessar por livros que contenham bruxas e elementos de magia.
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

  • Morgana Brunner
    3 meses ago

    Oiii Marcia tudo bem?
    Eu fiquei apaixonada pela sua resenha menina e indicação menina, gosto de todos os temas que envolvem bruxas, sempre se tornaram uma das minhas favoritas, e sei que seria uma ótima pedida <3
    Beijinhos

  • Oi,
    Lembro de me interessar pelo livro e depois de saber mais sobre o que se tratava perdi completamente o interesse… Não que eu não goste de bruxas e vampiros, pois acho esses os melhores seres sobrenaturais, mas essa coisa de livro e de mimimi iria me irritar profundamente.
    Vi que algumas partes também não foram de seu agrado, e acho que teria a mesma opinião.
    Beijos

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