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[Resenha] Desventuras em Série: O Lago das Sanguessugas #3

 

Edição: 1
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 9788535901719
Ano: 2001
Páginas: 192
Tradutor: Carlos Sussekind
Sinopse: O misterioso autor das Desventuras em Série não só alcançou a lista de best-sellers infanto-juvenis do New York Times, como conseguiu entrar em todas as outras principais referências de vendagem americanas. Com sua estranha franqueza, na contracapa deste livro ele manda um recado a seus possíveis leitores:

Caro leitor,
Se você ainda não leu nada sobre os órfãos Baudelaire, é preciso que antes mesmo de começar a primeira frase deste livro fique sabendo o seguinte: Violet, Klaus e Sunny são legais e superinteligentes, mas a vida deles, lamento dizer, está repleta de má sorte e infelicidade. Todas as histórias sobre essas três crianças são uma tristeza e uma verdadeira desgraça, e a que você tem nas mãos talvez seja a pior de todas. Se você não tem estômago para engolir uma história que inclui um furacão, uma invenção para sinalizar pedidos de socorro, sanguessugas famintas, caldo frio de pepinos, um horrendo vilão e uma boneca chamada Perfeita Fortuna, é provável que se desespere ao ler este livro. Continuarei a registrar essas histórias trágicas, pois é o que sei fazer. Cabe a você, no entanto, decidir se verdadeiramente será capaz de suportar esta história de horrores.
Respeitosamente,
Lemony Snicket

Mesmo no terceiro livro, Lemony Snicket não perdeu aquele misto de suspense, humor e tragédia presente nos dois primeiros livros da série, as vezes eu me pegava pensando: “Meu Deus, será que o final dessa série vai ser feliz? Os órfãos Baudelaire passaram por poucas e boas nesses três livros! Prefiro acreditar que sim, mas só lendo todos pra saber.

Depois de perder a casa e os pais em ‘Mau Começo’ e testemunharem a morte de seu Tio Montgomery em ‘A Sala dos Répteis’, ouras coisas terríveis se sucedem em O Lago das Sanguessugas.
Sr. Poe, o responsável pelas crianças depois da morte do Dr. Montgomery, as leva para outro parente distante, a tia Josephine. Assim que chegam as crianças percebem que o azar já se abateu sobre eles. A casa de tia Josephine fica em cima de íngreme morro, ele fica bem na ponta do penhasco e algumas madeiras seguravam a ponta da casa. Ainda assim é melhor do que morar na rua, certo?
Violet, Klaus e Sunny, não gostam muito de morar com tia Josephine, não que eles não gostassem dela, ou que ela fosse desagradável, mas ela tinha algumas singularidades como: Medo de água, medo de atender o telefone, medo de usar o fogão, sempre deixava algumas latas na porta da frente com medo de assaltantes (assim, se eles entrassem em casa ela saberia) enfim, dezenas de outros medos, que tornava a convivência um pouco complicada. Eles só comiam comida fria, por exemplo, mesmo quando estava um frio de gelar os ossos.
Mas Infelizmente esse não é o maior dos problemas dos Baudelaire. Certo dia eles saem pra fazer compras e se deparam com uma pessoa bem estranha e ao mesmo tempo, muito familiar, que se autonomeia Capitão Sham. Tia Josephine logo se encanta pelos seus bons modos, mas ele não engana os Baudelaire, pode usar o disfarce que for, os irmãos sempre reconhecem aquela sobrancelha única em qualquer lugar, era o Conde Olaf.
Agora eles precisam descobrir qual o plano do maligno conde Olaf, pois ele sempre tem um e o aparente suicido de tia Josephine parece fazer parte do mesmo. E como sempre eles não têm ninguém, só um ao outro.

 

Lucas Rodrigues

22 anos, Leonino, Potterhead e escravo da literatura. Perdido no mundo das séries e filmes desde 93. Flertando com Stephen King, Namorando J.K. Rowling e uma crush lascada pela Jodi Picoult. Se me virem de cara feia por aí é fome.

4 Comentários em “[Resenha] Desventuras em Série: O Lago das Sanguessugas #3

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