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[Resenha] O Advogado – John Grisham

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SINOPSE
Michael estava com pressa. Subia os andares da Drake & Sweeney, uma gigantesca firma de advocacia com oitocentos profissionais. A remuneração era boa e estava melhorando a cada dia. Em um prazo de três anos ele seria sócio da firma. Era um profissional talentoso em ascensão e e não tinha tempo a perder, não tinha tempo para parar, nem para jogar algumas moedas nas canecas dos mendigos. Não tinha tempo para a própria consciência.
Um encontro violente com um sem-teto, no entanto, o fez parar de repente. Quem era aquele homem? Michael investigou e descobriu tratar-se de um doente mental, um veterano de guerra, há muitos anos entrando e saindo de abrigos para os sem-teto. Então Michael investigou um pouco mais e descobriu um segredo terrível, e o segredo estava relacionado com a firma onde trabalhava, a poderosa Drake & Sweeney.
Ao sair da firma, Michael leva com ele m arquivo ultrassecreto. Torna-se um advogado das ruas, um defensor dos desabrigados. E um ladrão.

oADV Lopes (2)
Minha opinião:

Antes de contar a história de Michael Brock você se depara com uma nota do autor: “Antes de escrever este livro, nunca me preocupei muito com os sem-teto. E certamente não conhecia ninguém que trabalhasse com eles.”
E eu continuo, olhe para dentro de você, bem a fundo, lá onde você tem aqueles segredos e pensamentos inconfessáveis e responda sinceramente, você se preocupa com os sem-teto? Não quero ser santa, pois também faço parte dos que se preocupam, mas não fazem muita coisa ou quase nada.

“Quanto você deu para os que têm fome e os sem-teto?”

A história de O advogado é maravilhosa. Bem narrada e nos leva a pensamentos profundos. Michael Brock é um advogado bem sucedido, arrogante, vaidoso, ambicionava ser sócio da firma onde trabalhava, tão demasiadamente workaholic que o seu casamento chegou ao fim e ele nem se importou.
Até que um dia, o sem-teto ,Senhor/DeVon Hardy, apareceu em sua vida e o transformou em outro homem. Após esse acontecimento, Michael se desnudou de todas as ambições e vaidades e passou a olhar ao seu redor, percebendo que tudo aquilo que tinha, todo aquele dinheiro, fama, luxo, não valiam nada se ele não partilhava com ninguém.
Senhor, com uma arma em punho e com explosivos amarrados na cintura, invadiu a empresa onde funcionava a luxuosa firma Drake & Sweeney e fez refém alguns advogados, dentre eles, Michael. DeVon Hardy, ou Senhor, como ele preferia que o chamassem, não falou muito, na verdade, ele não disse diretamente o que queria, mas aparentemente saber quem os colocou na rua. Ele não falou com a polícia, não maltratou ninguém, e Michael sentiu que Senhor não iria matá-los. Foram algumas horas de tensão, até que por um descuido, Senhor foi atingido por uma bala vinda de um atirador, marcando para sempre Michael Brock, não apenas com suas atitudes, mas com seu sangue.

Ele não tinha falado em executar um refém a cada hora. Ele não queria libertar seus companheiros da prisão. Na verdade, ele parecia não querer coisa alguma.

Nesse momento nasceu um novo advogado e um novo ser humano, Michael Brock. Traumatizado com o que aconteceu, lembrando o tempo todo o que tinha passado durante aquelas horas, não conseguiu mais trabalhar ou concentrar nos processos que lotavam sua mesa. No noticiário a respeito do sequestrador, soube através do advogado Mordecai Green, que ele era um veterano de guerra e um sem-teto.

– Quanto você ganhou no ano passado?
– Eu já disse, cento e vinte mil, brutos.
– Quanto você deu para os pobres?
……………………………………..
– E você fez isso voluntariamente?
………………………………………
– Alguma vez já passou fome?

Michael procurou Mordecai e naquele momento ele passou a se sensibilizar com a situação que se encontravam todos aqueles sem-teto. Quando resolveu deixar a firma para trabalhar como advogado dos sem-teto, ganhando quatro vezes menos, sua esposa o deixou, seus pais quiseram entender os motivos de ele agir assim, seu irmão o chamou de louco. Saiu do apartamento luxuoso, num bairro seguro, e foi morar num sobrado sem móveis e dormindo no chão.
O tempo todo a pergunta de DeVon Hardy martelava em sua cabeça. “Quem são os que nos jogaram na rua?” Até que uma pista chegou misteriosamente a sua mesa, cópia de uma lista com alguns nomes, chaves do escritório e do armário de um sócio da empresa e a informação da existência de um dossiê.
Sua intenção era apenas copiar os documentos e devolver a pasta. Porém, o inesperado aconteceu e a partir daí Michael é considerado, além de louco, um ladrão. Sua vida se transformou num caos total. Polícia, advogados, escutas, ameaças, prisão e ainda a iminência de perder a licença para advogar.
O seu novo escritório não possuía luxo algum, sem aquecimento, num bairro inseguro, de gangues, e os clientes eram negros, sem teto, viciados, pessoas sem esperança alguma.
Mais ou menos às onze horas da noite, a polícia encontrou um carro pequeno perto do parque Fort Totten, na região nordeste, na zona de guerra. Estava parado na rua, os pneus carecas atolados na neve derretida. Dentro dele encontraram uma jovem mãe e quatro filhos, todos mortos por asfixia. A polícia suspeitava que a família vivia no carro e estava tentando se aquecer.
…………………………………………………………………………………………………………………………..
… a mãe tinha vinte e dois anos. Seu nome era Lontae Burton. O bebê era Temeko. Os dois menores, Alonzo e Dante, gêmeos de dois anos. O irmão mais velho era Ontario, quatro anos.

Gente, a história do advogado me encantou, não apenas por ser uma de minhas formações, mas é que tudo o que ele narra, me remeteu aos tempos de estudante e lembrei de alguns professores, que disseram que quando entramos no curso de Direito, somos cheios de sonhos. Quando saímos, muitos ficam irreconhecíveis. Todo o dinheiro do mundo é pouco perto da vaidade, da ânsia pelo poder, pela mudança de ideias e valores. Todos um dia já fomos jovens e cheios de ideais querendo mudar o mundo, fazê-lo melhor, mais justo. É sempre assim no início da universidade. Quando você sai, poucos amigos são os que ficam, muitos daqueles que um dia te chamaram assim, nem te reconhecem na rua ou nos corredores dos tribunais. Quer seja por ocupar um cargo que exerce poder ou por ser seu antagonista, isso se você resolver ser advogado. Muitas vezes é um caminho sem volta. Para Michael foi necessário um susto, um breve filme sobre sua vida, mostrando no que ele se transformou, para que ele voltasse ao ponto de partida.
Em O advogado passamos a repensar nossos valores. Ver que a vida não é só que nos rodeia, mas há algo maior e mais importante lá fora. Enquanto alguns estão preocupados com as grifes das roupas da moda, há tanta gente que não tem o que vestir ou o que comer, ou como se aquecer no frio, ou se abrigar na chuva. Michael se vê preso a cada uma daquelas pessoas que o procura para resolver seus problemas. Ele não apenas ouve o pedido do sem-teto, ele embarca em suas vidas querendo saber como haviam acabado nas ruas, os detalhes tristes de cada um, e ter certeza que aquilo não podia acontecer com ele. Só que não! Pode acontecer com qualquer um.
A história é fascinante e me prendeu do início ao fim. Meu livro terminou cheio de etiquetas coloridas marcando as partes mais emocionantes, intrigantes. Amei! Recomendo O advogado. Recomendo John Grisham. Aliás, para quem não sabe, ele é autor de vários livros com temática policial, tribunais, O dossiê Pelicano, O cliente e A firma, já foram representados na telona por Julia Roberts/Denzel Washington, Susan Sarandon/Tommy Lee Jones e Tom Cruise/Gene Hackman, respectivamente.
É minha opinião.

Beijos,
Até a próxima.

ADV1O ADVOGADO – JOHN GRISHAM
EDITORA ROCCO
1998
ISBN 85-325-0891-X

Edna Guedes

é formada em Direito e Turismo pela Universidade Católica de Pernambuco. Casada, nasceu aos 08 de maio, tem uma filha e mora em Recife. Sempre gostou de escrever, mas só agora resolveu tomar coragem e publicar os romances que sempre fizeram parte de seu imaginário.

37 Comentários em “[Resenha] O Advogado – John Grisham

  • Oi!!
    Eu não conhecia esse livro. Acho que nunca li um livro com um personagem sem-teto. Nossa esse livro parece mesmo passar uma mensagem para o leitor, enquanto lia a tua resenha fiquei refletindo um pouco sobre esse assunto.
    Acredito que nos dias de hoje a correria e a ambição as vezes é tanta que esquecemos de olhar e ajudar os que estão em volta e precisando de ajuda.
    Gostei da dica, vou anotar o nome do livro.
    Beijão!

  • Sempre quis ler John Grisham! Ainda não tive oportunidade, mas adorei a ideia desse livro, O Advogado. Gosto de livros que nos fazem refletir sobre os nossos ideias, nossos valores, repensar a nossa sociedade. Com certeza vou ler 🙂

    http://www.ummetroemeiodelivros.com

  • Não conhecia o livro, mas achei bem interessante.
    Gostei da premissa e ainda o fato dele fazer nos repensar nossos valores.
    Curti essa transformação do personagem principal.

    Lisossomos

  • Olá flor, não conhecia essa obra e mesmo que sua resenha tenha ficado muito boa, confesso que não tenho interesse em ler.

    Abraços

  • Oie
    muito legal sua resenha, eu nunca li nada do autor mas sempre ouço falar e parece ser muito interessante o enredo e sua resenha me deioxu bem cruiosa, quem sabe eu tente ler em breve

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Bom dia, Catharina. Ele é bem legal mesmo, mas você não gostar, não perdeu seu tempo, pois ler é sempre bom. A leitura nos abre portas.
      Obrigada pela visita.
      Beijos

  • Olá, não conhecia o livro e nem o autor, mas pela sua resenha fiquei bem curiosa para lê-lo, ele parece trazer de uma forma bem trabalhada essa reflexão sobre o que fazemos pelos moradores de rua.

    Visite “Meu Mundo, Meu Estilo”

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      É outro estilo de leitura que também gosto de ler. E é verdade, nos deparamos com fatos da vida que estão tão próximos de nossos olhos e tão longe do coração.

  • Edna Guedes
    1 ano ago

    Oi, Nuccia!!
    Ele tem tantos que foi difícil escolher. Comprei O advogado e O último jurado. Uma amiga me presenteou com O dilema, também dele.
    Quando não somos os atingidos, tendemos a não nos importar, né? Mas a gente aprende.
    Obrigada pela visita.
    Beijosss

  • Oi! Eu já conhecia o autor exatamente pelos livros citados ao fim da resenha, mas este novo livro dele ainda não conhecia. É realmente uma obra que deve nos fazer pensar muito. Eu mesma tenho de confessar que poucas vezes paro para pensar na situação dos sem-teto, talvez por estar sempre voltada para outras questões sociais (a de inclusão e direitos de surdos, que me atinge diretamente, pois sou surda). Se for tão bom quanto os demais, tenho certeza que é um ótimo livro! bj! Nu.

  • engraçado que conheço alguns desses filmes mas não tinha feito associação com as obras do autor, que já ouvi falar mas não muito profundamente… volta e meia encontro títulos dele no sebo que frequento…

    legal vc ter curtido tanto a leitura, se identificado com algumas situações descritas e afins, mas a temática não atrai muito minha atenção…
    por enquanto, passo a dica…
    bjs…

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Oi, Valéria! Passe a dica. Com certeza alguém irá gostar. 🙂
      Obrigada pela visita.
      Beijos

  • Nunca li nada do John Grisham, mas ele é um escritor que desde sempre me despertou curiosidade, principalmente esse título, agora com sua resenha Edna, não tenho outra alternativa se não ler esse livro o mais rápido possível, adorei !! 😍😍

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Lucas, senti vontade de comprar todos os livros dele expostos na livraria. Adoro policiais, tribunais, mistério… Comprei apenas dois e ganhei um de presente. Eu te emprestaria se morássemos mais próximos.

  • Nunca tinha ouvido falar sobre este livro, mas parece ser bem interessante e abordar um tema importante, bastante reflexivo.

    Parabéns pela resenha!

    http://madminds.weebly.com/

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Eu o descobri num passeio pela livraria. Estava procurando outros policiais e encontrei um monte de John Grisham. Queria comprar todos, mas meu bolsinho anda meio furado. Mas é uma leitura bem reflexiva mesmo, Letícia. Muito bom.

  • Eu não conhecia o livro, mas lendo a sua resenha parece ser um livro bem interessante, que faz crítica às pessoas que se preocupam com os seus bens materiais e só pensam em si. Muito boa a sua resenha.

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Bom dia, Marcelo.

      O livro é bem legal mesmo. Assim, gosto não se discute não é mesmo. Mas vale a pena para no mínimo, revermos nossos valores, nossas atitudes. É hora das pessoas se amarem de verdade. Sem interesses, sem politicagem, doar-se ao outro com amor.
      Obrigada pela visita.
      Beijoss

  • Parece um enredo incrível e que nos faz refletir, cheio de pontos importantes que não o torna cansativo. Pela resenha eu leria com certeza esse livro, até pq O dossiê Pelicano, O cliente e A firma já assisti e são ótimos.

    http://www.atraentemente.com.br

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      E é, Evandro. O livro não é cansativo. Eu gostei muito mesmo. Quer que eu conte toda a história? rsrsrsrsrsrsrs Spoiler, spoiler, spoiler! rsrsrsrs

  • Olá, tudo bem?
    Uau, nunca vi um livro com essa temática, achei muito interessante. Eu sempre penso sobre isso, sabe? No meu curso, História, a gente fala bastante sobre isso, inclusive, alguns de nós ajudam sem-tetos e ocupações. Mas, antes de entrar na História, raramente eu pensava no coletivo. Então, imagino que muitas pessoas ainda não façam isso, o que é muito triste, mas extremamente importante.
    Essa leitura parece ser ótima, mas tenho medo que seja um tanto superficial, sei lá.
    Beijos <3

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Bom dia, Roberta!

      Eu adoro história! Meu marido é formado em história também. E amo seu curso. Quanto ao livro, ele não é superficial. É bem realista mesmo. Não tenha medo. A gente sempre aprende uma coisinha a mais com essas histórias.
      Obrigada pela visita.
      Beijosss

  • O livro acabou por não me atrair muito, mas a sua resenha ficou ótima e bem detalhada.
    Eu também amo colar esses post-its nas páginas que me chamaram atenção <3

    Beijos,
    http://www.sdesarah.com.br

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Que pena, Sarah. Confesso que eu amo ler romances românticos. Quanto mais doce, açucarado, melhor para mim. Sou romântica e bobona de carteirinha. Adoro uma dificuldade, um choro com final feliz. Mas passa a dica. Quem sabe alguém gosta.
      Obrigada pela visita,
      Beijos.

  • Olá Edna!
    Nunca li nenhum livro desse autor, mas sempre vejo nas livrarias e fico muito curiosa a respeito.
    Adorei a temática desse livro em questão, pois as vezes, na correria do dia-a-dia, precisamos de uns chacoalhões desses pra repensar nossas atitudes e ver o que realmente estamos fazendo para mudar a vida das pessoas.
    Ótima resenha… beijos!

    Já estou seguindo seu blog 😉
    http://thehouseofstorie.blogspot.com.br/

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Bom dia, Priscila!

      Na verdade eu só havia assistido aos filmes dele. E eu gosto da temática de tribunais, advogados, suspense, mistério. Ele tem uma infinidade de livros nas livrarias. Cada um mais instigante que o outro. Ainda tenho para ler O dilema e O último jurado. Vamos ver. Ainda posto aqui. Os chacoalhes da vida são necessários para amadurecer, mudar opiniões, deixar de fazer ou fazer coisas que antes nos eram costumeiras. Enfim, uma série de coisas.
      Obrigada pela visita. E obrigada por seguir meu blog. 🙂 🙂
      Beijos.

  • Gabriela Cerqueira
    1 ano ago

    Olá, o livro não tem uma premissa que me chame atenção, então irei passar a dica mas ele parece ser uma obra que leva a muitas reflexões de quem a lê.
    bjs

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Que pena! Mas tudo bem. É preciso sair um pouco da zona de conforto. Eu estava lendo muitos romances românticos, porque são o que eu gosto mesmo. Mas não dispenso um bom drama, apesar de sempre dizer que não gosto. rsrsrs
      Obrigada pela visita,
      Beijos.

  • Gostei do livro. Me pareceu bem reflexivo. Realmente, quase nunca olhamos para o outro e nos preocupamos tanto quanto nos preocupamos conosco. Valeu a dica! Beijos

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Eu acho que não nos preocupamos nem com nós mesmos. Uma vez que fazemos algo pelo outro, nossa alma melhora.
      Obrigada pela visita.
      Beijos.

  • Olá!
    Eu nunca tinha ouvido falar desse livro, apesar de ler muitas críticas positivas sobre o autor.
    Achei a premissa do livro muito interessante, gostei dos personagens e realmente parece ser o tipo de livro que faz repensar nossos valores.
    Acredito que esse livro possa gerar bons momentos de reflexão para quem lê.
    Dica anotada, espero ter oportunidade em breve de lê-lo.
    Beijos!

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Eu acho que você irá gostar. É uma leitura tensa que nos faz querer saber logo como irá terminar.
      Beijos,

      Obrigada pela visita.

  • Olá,

    Não conhecia a obra mas realmente parece ser bem interessante, aquele tipo de livro que nos da uma boa lição e nos faz refletir. Dica super anotada.

    Abraços
    oblogcaentrenos.blogspot.com.br

  • Olá Edna,
    Nunca tinha ouvido falar do livro O Advogado. Achei uma história bem interessante.
    Como você também sou das que se preocupa com o sem-teto, mas infelizmente não faz muita coisa para mudar a situação. =/
    O livro nos instiga a uma profunda reflexão que todos deveriam fazer!
    Beijos
    Blog Relicário de Papel
    relicariodepapel.wordpress.com

    • Edna Guedes
      1 ano ago

      Oi, Jéssica!
      Bom dia.
      Verdade. Ainda somos vaidosos, egoístas, de uma maneira mais elevada ou menos, mas ainda somos seres humanos muito falhos. O livro é sim, instigante e reflexivo.
      Beijos,
      Obrigada pela visita.

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