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[Resenha] Sybil -Flora Rheta Schreiber

Edição: 1
Editora: Círculo do Livro
ISBN: 0446359408
Ano: 1971
Páginas: 4o3
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Sinopse Sybil é um livro escrito pela jornalista estadunidense Flora Rheta Schreiber e publicado em 1973.
O livro trata sobre uma mulher chamada Shirley Ardell Mason, nascida em 25 de janeiro de 1923 na cidade de Dodge Center, no estado de Minnesota. Sua história é o mais famoso caso de personalidade múltipla já registrado. Um filme foi feito em 1976, baseado no livro, estrelado por Sally Field como a personagem-título, e Joanne Woodward como a terapeuta, Dra.
Cornelia B. Wilbur.
Sybil é a história da psicanálise das muitas personalidades de Sibila, levada a efeito durante onze anos, a única psicanálise de uma personalidade múltipla até então realizada.Esta narrativa vigorosa e absorvente acompanha o desenrolar estranho angustioso da estória das muitas facetas de Sibila – envolvendo a reconstituição dos primeiros e chocantes anos de sua vida, até a integração das muitas personalidades numa única.Baseado em horas de conversa com os principais personagens, em notas feitas pela Dra. Wilbur, durante a análise, em diários e ensaios de Sibila, em gravação das personalidades verdadeiras e na acareação da autora, com cada uma das dezesseis personalidades de Sibila, este livro conta a estória da luta desesperada de uma mulher que quer voltar a ser uma só.                                                          

Uma História marcante
O livro relata a história real de Sybil (nome fictício) uma mulher com aproximadamente dezesseis personalidades diferentes em sexo e idade, que pela terminologia da psiquiatria e psicanálise é chamado de “Transtornos de Múltiplas Personalidades”.
A narrativa é feita através das personalidades mais atuantes, até faz a gente pensar que são distintas e não a própria Sybil, o que na verdade é bem isso , já que é através delas que passamos a conhecê-la. O tratamento é feito pela Dra Cornelia Wilbur , no começo foi usado medicamentos controlados ,mas logo deixado de lado para não correr o risco dela se tornar dependente.
E nas sessões de psicanálise nos comovemos com sua trágica infância vivida entre um avô fanático religioso, um pai ausente e mãe esquizofrênica que lhe tortura tanto fisicamente como é claro emocionalmente e é após a sua morte que Sybil começa a viver e na proporção que conhecemos suas personalidades a verdadeira Sybil desabrocha, é uma pessoa sensível, talentosa e muito corajosa.
Eu li esse livro quando bem jovem, fiquei muito chocada e senti uma imensa ternura e compaixão por esse ser humano que conseguiu superar o que para mim seria impossível.
Sybil faz a gente pensar como nosso cérebro é fantástico, misterioso e perigoso!
Vale a pena ler esse livro que é uma lição de superação diante dos problemas.

Hierarquia das 16 personalidades

Principais personalidades:

  • Sybil:
  • professora substituta de escola secundária, que experimenta frequentemente “lapsos de       tempo”.

  • Peggy Lou e Peggy Ann: ambas com mais ou menos 9 anos, as Peggys aparentemente originaram-se como uma só personalidade, “Peggy Louisiana” (o nome que a mãe de Sybil queria inicialmente dar à filha).
  • Peggy Lou é forte e descarada, Peggy Ann quase sempre amedrontada. Ambas falam de forma incoerente e repetem frases constantemente. Peggy Lou quebra copos quando está transtornada.
  • Vicky:
  • apropriada e formal à falha. Vicky fala francês fluente e está ciente de tudo o que acontece com as outras personalidades (no filme, Vicky falava um francês estereotipado da escola secundária, mas acreditava que falava-o bem)

  • Vanessa: uma bela pianista artística. No filme, ela é amiga de Richard, um homem do apartamento vizinho.
  • Marcia: a personalidade depressiva e suicida de Sybil. Marcia tenta em vão se matar, embora saiba que matar o corpo resultará na morte de todas as personalidades.
  • Ruthie: uma criança de 2 ou 3 anos que aprecia desenhos a crayon.

Após a morte de Sybil em 1998, sua verdadeira identidade foi revelada; ela era Shirley Ardell Mason, uma artista e professora de arte; o pseudônimo Sybil foi criado pela escritora Flora Schreiber e pela Dra Cornelia Wilbur para proteger a privacidade da paciente. Muito talentosa, Sybil pintava e desenhava em vários estilos diferentes; na verdade, cada personalidade tinha um estilo artístico próprio.
Gente! Esse livro é fortemente tenso, mas vale muito apena ser lido!

Marcia Lopes

Paulistana, bookaholic. Louca por livros de terror,Thriller psicológico, policial, jurídico... Mas não dispensa um bom romance. Também apaixonada por filmes e séries.

3 Comentários em “[Resenha] Sybil -Flora Rheta Schreiber

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