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[Vídeo resenha] …E o Vento Levou – Margaret Mitchell e Continuação – Alexanda Ripley

Olá pessoal.
Comecei hoje minha sessão nostalgia, com livros que li nas décadas 80 e 90.
E o Vento Levou é meu romance favorito. Espero que gostem, apesar de o vídeo ter ficado escuro, eu gostei muito de relembrar minha vilã e heroína predileta em literatura, pelo menos até esse momento. rs
Bjs
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 Sinopse

Um relato apaixonante sobre a guerra civil norte-americana, a aristocracia sulista que ela abala e transforma, e a coragem de uma mulher que nunca se deixou vencer. Conheça a linda e tempestuosa Scarlett O Hara e o irresistível Rhett Butler, que a ama ao longo de todas as suas provações. Conheça a doce Melanie, o honesto Ashley Wilkes e os muitos outros personagens que habitam a esplendorosa fazenda Tara. Leia a história de amor que já emocionou milhões de pessoas no mundo inteiro, imortalizada na tela pela beleza de Vivian Leigh e o charme de Clark Gable.

Biografia da autora pelo Circulo do Livro

 

A romancista norte-americana Margaret Mitchell, um dos romances mais famosos de todo os tempos; nasceu em Atlanta, no estado da Geórgia, em 1900, filha de um conceituado advogado e presidente da sociedade histórica de Atlanta.
Após realizar seus primeiros estudos primeiros estudos no Washington Seminary de Atlanta, Margaret transferiu-se para o Smith College (na época, uma das melhores faculdades para mulheres do país), com o objetivo de formar-se em medicina. Entretanto, depois de permanecer um ano naquela instituição, a morte da mãe obrigou-a a voltar para casa.
Por volta de 1922, Margaret Mitchell começou a trabalhar no “Atlanta jornal”. Em 1925, casou-se com John R. Marsh, gerente de publicidade de uma companhia de eletricidade da Georgia. No ano seguinte, a pedido do marido, deixou o emprego para transformar-se em uma dona-de-casa.
Margaret Mitchell escreveu “… e o vento levou” durante seus primeiros dez anos de casada.
Foi à melhor forma que encontrou para ocupar seu tempo.
Lançado em 1936, com mais de mil páginas, “… e o vento levou” (“Gone with the Wind”) transformou-se num extraordinário fenômeno editorial. Em três anos o livro vendeu cerca de dois milhões de exemplares (uma quantia assombrosa para a época), sendo que num único dia chegaram a ser vendidos cinquenta mil volumes. Traduzido para dezesseis línguas, o romance foi logo adaptado para o cinema. A estréia do filme deu-se em 1940, tendo Vivien Leigh e Clark Gable nós papeis principais. Mesmo enfrentando a oposição da legião da decadência, que na época tinha forte influência sobre a fiscalização moral dos espetáculos “… e o vento levou” atraiu grandes multidões, tornando-se um dos filmes mais vistos em toda história do cinema.
Em 1937, Margaret Mitchell recebeu o prêmio Pulitzer pela melhor obra de ficção do ano e, logo em seguida, o Smith College ofereceu-lhe o título honorífico de grande mestre das letras. Com todas essas a estréia mundial do filme em Atlanta, ela teve de se esconder. Por outro lado, umas séries de impostoras começaram á aparecer em todos os lugares como se fosse ela própria. Ao mesmo tempo, editores e produtores de cinema a pressionavam para que escrevesse uma continuação de “… E o vento levou” ou outro livro igual ao sucesso.
Diante disso, Margaret Mitchell decidiu afastar-se de tudo. Retornou a sua cidade natal e voltou para o mesmo apartamento em que antes morava, passando a ter a mesma antiga vida tranquila, em companhia do marido e dos velhos amigos. A partir daí, recusou todas as ofertas que lhe fizeram e nunca mais escreveu outro livro.
Margaret Mitchell faleceu em sua cidade natal, a 16 de agosto de 1949, em consequência dos ferimentos recebidos durante um acidente automobilístico. Milhares de pessoas assistiram a seu funeral, podendo assim, prestar uma última homenagem à “maior e mais amada cidadã de Atlanta” e demonstrando que nunca a haviam esquecido.

 

Título original: “Scarlett”
A continuação da saga de Scarlett O´Hara e Rhett Butler de …E o vento levou, livro originalmente escrito por Margaret Mitchell.
Alexandra Ripley retoma a história a partir do final arrebatador do livro anterior, onde Scarlett finalmente reconhece seu amor por Rhett e jura reconquistá-lo, ignorando as amargas palavras com que ele, momentos antes, se despedira para sempre.
A autora percorre vários anos da vida dos personagens, preservando-lhes as características essenciais e acrescentando-lhes outras que demonstram sua vivência e maturidade.
Esse processo de amadurecimento dos personagens evidencia-se especialmente em Scarlett, cuja passagem pela Irlanda, terra de seus ancestrais, desperta-lhe a consciência da íntima motivação de seus atos, permitindo-lhe compreender a verdadeira origem de sua coragem e determinação.

Alexandra Ripley

Escritora norte-americana nascida a 8 de janeiro de 1934, em Charleston, no Estado de Carolina do Sul, nos Estados Unidos da América.

Frequentou a Ashley Hall School, formou-se em Russo, em 1955, na Vassar College, com uma bolsa da United Daughters of the Confederacy e começou a trabalhar em várias editoras.
Como escritora, publicou o seu primeiro livro, Who’s that Lady in the President’s Bed, em 1972, sob o pseudónimo de B. K. Ripley. Em 1981, escreveu Charleston, o primeiro de vários romances históricos que marcam o seu trabalho, seguindo-se depois On Leaving Charleston (1984), The Time Returns (1985) e New Orleans Legacy (1987). Apesar da má crítica, o seu maior best-seller foi Scarlett (1991), obra continuadora do filme E Tudo o Vento Levou (1939) e que foi adaptada, em 1994, para uma mini-série televisiva homónima, cujo par romântico foi interpretado por Timothy Dalton e Joanne Whalley-Kilmer.
Alexandra Ripley faleceu a 10 de janeiro de 2004, em Richmond, no Estado da Virgínia.
Fonte: Infopédia

 

Scarlett O’Hara  – ‎Vivien Leigh

 

Rhett Butler – Clark Gable

 

Ashley Wilkes – Leslie Howard 
Melanie Hamilton – Olivia Mary de Havilland

“Scarlett queria muito ser como a mãe. A única dificuldade era que, sendo justa, verdadeira, terna e altruísta, perdia-se a maior parte das alegrias da vida e certamente muitos admiradores. A vida era curta demais para se perder coisas tão prazerosas.


Postado por Marcia Lopes:
MarciaE 46 anos até novembro, paulistana, louca por livros de terror,Thriller psicológico, policial, jurídico… Mas não dispensa um bom romance, apaixonada por filmes e séries.Costuma dizer que o mundo literário mudou sua vida (sem trocadilho) rs Pura verdade!

 

Marcia Lopes

Paulistana, bookaholic. Louca por livros de terror,Thriller psicológico, policial, jurídico... Mas não dispensa um bom romance. Também apaixonada por filmes e séries.

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